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Em novembro de 1976, Joyce Bowes e seu vizinho, saíram de casa e foram buscar seu filho em Chancrom.

De repente, na estrada, à noite o carro perdeu a direção e subiu no acostamento, desgovernado e chacoalhando. Ao mesmo tempo toda a energia do carro cessou: o rádio, os faróis e o motor pararam, como que seguros por uma força maior.

Pelo vidro do carro, apavorados, viram uma luz forte e algo que parecia ser uma aeronave suspensa no ar à poucos metros do carro.

Um estranho "ser" desceu da nave e chegou perto do carro. Era esguio sem pupilas e vestia algo parecido com um macacão prateado. Chegou perto do vidro esquerdo lateral de Joyce, e este, assombrado encostou-se no ombro do amigo. O estranho olhou dentro do carro que automaticamente voltou a funcionar como se nada houvesse ocorrido.

Apavorado, Joyce e o amigo, olharam para os painéis do carro para janela e o "ser", e aquele estranho objeto voador, haviam desaparecidos do nada, mais rapidamente do que surgiram.

Após o relato peos amigos, alguns peritos que foram analisar o caso, dias mais tarde, concluíram que existem certas linhas na face terrestre que, devido a sua intensa energia, atraem seres não identificados. Coincidência ou não, fato verossímel, ufológico ou não, algumas fontes afirmam por outra ordem que na estrada de Chancrom, convergem dois alinhamentos de antigos túmulos próximo ao local do encontro.




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